sábado, 1 de maio de 2010

Um dia de liberdade.

Com certeza os leitores do Besteirol Caprichado já leram em alguns artigos meus, assuntos relacionados ao motociclismo e a paixão que tenho por este hobby.
Mas, acredito que assim como aqueles que conheço no meio em que vivo, não conseguem saber essencialmente do que estou falando quando digo que não há muitas coisas melhores que pegar a minha moto em um sábado de manhã, bem cedo, e decidir no posto de gasolina enquanto abasteço, qual será o meu destino, sem que exista uma hora definida para a minha volta.
Boa parte das pessoas que conto isso, acham que é um “programa de índio” as vezes, afinal, segundo eles, é bem melhor ficar em frente a TV assistindo algum programa de auditório, ou até mesmo ir ao shopping fazer compras. Fazer o que? Gosto é gosto e a gente não discute.
Mas eu posso ao menos tentar mudar a opinião dessas pessoas, não? É justamente essa a idéia de minha postagem de hoje!
Quero tentar ao menos fazê-las sentir um pouco do que é esse dia de liberdade que tenho o prazer de sentir a cada passeio de moto que faço.
E, nesta semana, descobri um ótimo vídeo da Honda, na divulgação da CB 1100, uma moto “muscle naked”, com um estilo que eu acho sensacional, remetendo as motocicletas retro.
Este vídeo chama-se “A day of freedom”, ou um dia de liberdade. Desta forma, vou deixar que assistam este vídeo, que pra mim é o melhor vídeo realizado até hoje no sentido de traduzir aos que não conhecem, a essência de se pagar a moto e viver um dia essencialmente com liberdade.

Aproveitem!

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Nostalgia. Muito bom de se ter...

Dia 10 de abril, completo 31 anos. Tenho orgulho de que quando criança, brinquei na rua, joguei futebol, esfolei os dedos andando de carrinho de rolimã, tomei porrada jogando bolibete (bete em algumas regiões), brinquei de pique de esconder, cebolão, manga merréia e mais um monte de brincadeira que na minha época existia.

Naquela época, Franca mal devia ter seus 100 mil habitantes, e não sei se hoje, em função dos seus mais de 300 mil habitantes, e aumento da violência que acreditem, ela existe também nas cidades do interior, não vejo mais a mulecada na rua brincando (como na minha época).

Hoje, a mulecada fica em frente ao seu Play Station ou ao seu Nintendo Wii , brinquedos que eu adoro por sinal, e que na minha época eu não saía da casa de meus vizinhos pra jogar Atari. Não vou “incriminar” a meninada por isso, só acho que poderiam aproveitar um pouco mais a fase onde não existe preocupação com pagar contas, boletos, aluguel, financiamento e etc.

Completando essas coisas que a meninada faz hoje, eu estava estes dias conversando com um primo meu e com meu irmão, quando começamos a comparar os desenhos animados de hoje, e o que nossa meninada na época assistia. Os desenhos de hoje não tem muita continuidade sem que algum personagem tenha que entrar num ringue, lançar um raio poderoso, ou que seu monstro particular acabe com seus inimigos.

Não sei quanto aos demais leitores do Besteirol, mas pelo menos os que estão na faixa dos 30 aos 40, com certeza em uma rodinha de amigos, se começarem a lembrar das peripécias do Pica Pau, Mickey ou Pernalonga com suas turmas, ficarão a noite toda dando risada de tudo o que acontecia nestes desenhos.

Quem não lembra do Pica Pau fazendo de tudo que fosse possível (e muitas coisas impossíveis) para descer as cataratas do Niagara? Muito engraçado... O guarda sendo enviado para o Alasca, e voltando gritando loucamente: “-Marche!!!”

São muitas histórias, muitos desenhos que se eu for contar aqui todas elas, vou precisar de muitos outros artigos e postagens. Assim, escolhi 3 desenhos que para mim, são clássicos, e disponibilizo aqui para vocês. Quem já assistiu (turminha dos 30 aos 40) vai adorar. Aqueles que ainda não conhecem, também vão, mesmo sabendo que são desenhos das décadas de 30 e 40, do século passado, e que não existem raios, monstros e etc.

Curtam muito, e um abraço!!


Mickey e o furacãozinho


Mickey, Pateta e Donald - Os Limpadores de Relógio


Pica Pau - Musical Moments From Chopin (Miniaturas Musicais)

domingo, 24 de janeiro de 2010

Estou fazendo minha parte, e você?

Como no artigo anterior, postei sobre nosso papel na cobrança aos politicos quanto ao cumprimento de suas obrigações, sobre nossa atuação prática nessa cobrança, e não nos acomodarmos em sentar no banco da praça e reclamar ao sabor do vento que o Brasil é isso, o Brasil é aquilo e etc.

Assim, tenho feito isso. Tenho cobrado.

Um dos políticos que têm me surpreendido pelo menos por sua atenção, respondendo perguntas, e esclarecido dúvidas, tem sido o Senador Demóstenes Torres (senador@demostenestorres.com). Através de seu Twitter, @demostenes_go, "conversamos" e ele me deu a liberdade de lhe enviar sugestões de projetos de lei. Assim o fiz, e achei interessante divulgar aqui no blog. Vai que eu consigo neste gesto simples, motivar aos que lerem este artigo a fazerem o mesmo não só com ele, mas com todos os outros políticos?

Não nos custa tentar.

Só a título de informação, mas para manter a transparência, não sou partidário do senador Demóstenes. Apenas estou divulgando o que ele mesmo tem feito, ou seja, tem sido atencioso em me atender e aos demais que o questionam no Twitter. E desta mesma forma, vou cobrá-lo caso nem mesmo me responda e também o farei por aqui.

Segue abaixo na íntegra o e-mail enviado ao Senador Demóstenes Torres.


De: Márcio Heitor Ranhel Cândido [mailto:marcioranhel@gmail.com]
Enviada em: domingo, 24 de janeiro de 2010 22:06
Para: 'senador@demostenestorres.com'
Assunto: Sugestões

Olá Senador, boa noite.

Temos trocado alguns “tweet’s” onde falamos de algumas sugestões de projeto, e como o Sr. mesmo solicitou, estou enviando aqui minhas propostas e manifestação, afim que o Sr., político sério que é, dê atenção à estes, buscando atender estas demandas, haja visto que não são só anseios particulares meus, mas sim de muitos cidadãos que no dia a dia comentam, reclamam, porém, nunca buscam ao menos fazer o que faço, que é tornar de conhecimento dos políticos.

Infelizmente, alguns de seus colegas de profissão, sequer retornam, demonstrando o completo desinteresse pela causa pública, afinal, somo nós quem colocamos os Srs. no cargo que estão, e somos nós quem pagamos seus salários. Ou seja, teoricamente, os políticos prestam serviços à nós, contribuintes, visando defender nossos interesses, e não seus interesses e de seus partidos. Infelizmente, não é isso que acontece.

Mas enfim, segue abaixo minhas sugestões de projeto, e peço que o Sr. ao menos me retorne, informando destes, se algum será aproveitado, ou melhor, considerado, e gostaria de ao menos conhecer o resultado disso quando levado ao senado.

Um forte abraço, e peço que continue dando atenção à população, ou melhor, aos seus contribuintes.

Projeto 01

Nos Estados Unidos, um congressista flagrado em um crime comum precisa responder normalmente perante um juiz de primeiro grau sem nenhum tipo de regalia. Segundo o Artigo 5º da Constituição Federal Brasileira, todos são iguais perante a lei. A imunidade parlamentar existente no Brasil, é totalmente contra a disposição de nossa constituição federal. Enquanto isso permanecer, surgirão dinheiro em cuecas, meias, bolsas, e etc. Se eu sei que não serei punido, ou que isso será levado para uma CPI para que os interesses partidários sejam colocados à frente dos interesses públicos, o direito e a honestidade com o dinheiro publico, ou melhor, com o respeito aos contribuintes sejam colocados em segundo plano, isso nunca acabará.

Minha sugestão é: vamos copiar os Estados Unidos. Não é correto que eu e o Sr. tenhamos roubado R$ 2,00, ou qualquer valor que seja, nós sejamos julgados de maneira distinta.

Projeto 02

“Para os doentes de linfoma, tipo de câncer que atinge o sistema imunológico, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para evitar que a doença se agrave e cause a morte. Mas os medicamentos que aumentam a chance de cura de 40% para 85%, os anticorpos monoclonais, não são cobertos pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”.( http://opovo.uol.com.br/opovo/fortaleza/914242.html)

O Sr. acha justo que enquanto a população carente não tenha acesso à cura do linfoma por exemplo, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) tenha recebido tratamento no hospital Sírio Libanês em São Paulo para seu linfoma? Aliás, a pergunta é: quem pagou pelo tratamento dela neste hospital? Acredito que os cofres públicos.

Minha segunda sugestão de projeto, é que o Sr. leve ao senado, o projeto onde todos os políticos, sejam obrigados a se tratarem pelo SUS, utilizando de filas de espera e tratamentos iguais à população que lhes elegeu, voltando assim a respeitarmos e praticarmos aquilo disposto no artigo 5º da Constituição Federal Brasileira. SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE A NOSSA CONSTITUIÇÃO.

Confie em mim: com esta obrigatoriedade, a qualidade do serviço público com certeza vai evoluir e muito!!!

Projeto 03

Um marginal, vagabundo, não gera tributos ao estado e a união, muito pelo contrário, gera despesas à ambas entidades em função da ação da polícia e demais empregos quanto à segurança, tem o direito de receber o auxílio reclusão, garantindo à ele R$ 798,30 mensais ( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22). Tomando conhecimento de algo tão ridículo, me desculpe, senador, mas como algo assim pode ser aprovado? Como é que isso pode ser aprovado? O filho do bandido tem auxílio? E o filho de quem ele matou?

Bandido, marginal, tem é que trabalhar na cadeia. Assim ele pode gerar receitas, ajudando a pagar sua “estadia” na cadeia, pagando despesas com alimentação, energia elétrica e etc, além de custear sua eventual família aqui fora.

Além do mais: nos casos de rebelião, queimou colchão, quebrou cadeia e etc, que trabalhe e pague por isso. Enquanto o trabalho do detento não pagar pela despesa que ele gerou, ele não pode sair da cadeia, mesmo que já tenha cumprido sua pena.

Projeto 04

Eu vivi muito de perto a doença psiquiátrica.

É impressionante quando buscamos por ajuda na saúde, e não encontramos profissionais de qualidade, que consigam diagnosticar um caso de depressão, síndrome de pânico e etc.

Infelizmente, existe um preconceito muito grande com relação as doenças psiquiátricas.

Hoje, se em um hospital particular, os médicos não tem capacidade de diagnosticar esses sintomas, não consigo imaginar como deve ser no sistema público.

A idéia é que exista como obrigatoriedade, não só na saúde pública, mas também na particular plantões e profissionais especializados prontos para diagnosticarem sintomas de depressão, pânico e demais doenças psiquiátricas de maniera pró-ativa, ou seja, antes que se agrave.

“Depressão é a enfermidade mais comum, segundo levantamento da Unifesp. Casos dão gasto de R$ 2,2 bilhões anuais com auxílios-doença pela Previdência Social”.

“As doenças mentais são responsáveis por cinco das dez principais causas de afastamento do trabalho no País -- sendo a primeira delas a depressão --, o que representa um gasto de R$ 2,2 bilhões por ano, o equivalente a 19% dos custos com auxílios-doença pagos pela Previdência Social a um universo de 1,5 milhão de pessoas”. (http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL185877-5603,00-DOENCA+MENTAL+E+A+QUE+MAIS+AFETA+O+TRABALHO+NO+BRASIL+REVELA+ESTUDO.html)

Quanto será que o governo pode deixar de gastar com previdência social, se começar a investir no tratamento das doenças psiquiátricas?

Enfim senador, espero que eu possa ter sido útil com os projetos como o Sr mesmo me solicitou.

Entendo que minha parte é cobrar. Assim, eu o farei.

Obrigado!

Márcio H. Ranhel Cândido

msn: marcioranhel@hotmail.com

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Ideologia ou utopia?

As pessoas que me conhecem, sabem que eu sou cabeça dura, e que defendo minhas opiniões até o fim. Talvez alguns leitores mais atentos do Besteirol Caprichado já tenham percebido isso também. Mas, desde que alguém prove que minhas opiniões são equivocadas, tenho a capacidade de reconhecer e pular o lado do muro se for preciso. Mas ai a briga é boa.
Há alguns meses, eu jovem professor de história, bacharelado pela UNESP de Franca (Universidade Paulista, unidade de Franca), pós-graduado, doutorado e que atualmente defende um pós-doc. De repente, ele começou a defender alguns pontos que segundo ele são o mundo perfeito e as visões corretas que devemos ter.
Alguns eu concordei, acho justo.
Porém, alguns outros descordei e a partir deste ponto tive de enfrentar a intransigência, gírias, e até alguns palavrões.
Assim, exponho os temas e meus pensamentos aqui no besteirol, e como a idéia do Blog sugere, para alguns vai ser a verdade, para outros, puro besteirol. Mas pelo menos é de qualidade:

Cotas para negros

Segundo ele, existe sim uma dívida do Brasil junto aos negros, que isso é muito pouco mas pelo menos é algo que o Brasil paga de volta ao negros para pelo menos amenizar o período da escravidão e etc.
Que houve a escravidão, que infelizmente ainda existe o racismo por parte de alguns idiotas, é verdade. Mas vamos pensar pelo lado lógico da coisa que aliás é defendido até por algumas ONG’s que defendem os negros: o negro não é mais burro que o branco, amarelo, e etc. A questão é: a maioria das pessoas, que tem dificuldade em obter um ensino de qualidade por questões sociais, baixa renda e etc, são negros, é outra história. O problema deixa de ser étnico, e passa a ser econômico.

As políticas a serem tomadas devem ter foco no social, e não na etnia. Deixo claro que tenho muitos amigos negros, que acho o racismo totalmente condenável. Não sou contra a valorização e orgulho da etnia, acho isso inclusive válido, pois são fatores culturais, que vêm de suas origens. Mas, o favorecimento em universidades sou contra.
Existem pobres brancos, pobres amarelos, pobres de todas as cores em nosso país. Há que se ter foco no social.

A burguesia fede

Este mesmo camarada comentava ao alto e bom som que Cazuza era quase que um semi-Deus. Desculpem-me seus fãs. Mas não acho.
Quando falei isso e quase apanhei.
Mas vou explicar: todos sabem que ele, assim como o Renato Russo e mais vários cantores e artistas eram drogados, e no caso do cazuza, como segundo sua mãe falou em entrevistas e se não me engano até em livro escreveu, chegou a traficar drogas no trecho Brasil – Inglaterra.
Daí, para mim o grande ponto foi quando ele disse que a frase mais filosófica do semi-Deus Cazuza, foi quando ele escreveu: “A burguesia fede...”
Pois bem, respondi a ele com uma pergunta:
“-Suponhamos que você tenha nascido pobre, e teve diversas e incontáveis oportunidades de se desviar pelo crime, pelas drogas e etc., mas decidiu ir pelo caminho dos estudos, pelo caminho do trabalho, e colheu os frutos por isso, se tornando uma pessoa com bens, com posses. Você sob este seu conceito, é um burguês, então passaria a feder e não valeria nada?”
A resposta como eu esperava foi: “-Não... aí não...”
E ficou por isso mesmo.

Não quero ser hipócrita. Aos que me conhecem, sabem que eu gosto muito das bandas dos anos 80, em especial da Legião Urbana. Ponto.
Acho as músicas legais, acho as músicas e suas letras inspiradoras, mas não saio por aí, cultuando um Deus que não existiu como o Renato Russo. O cara foi um poeta. Mas longe de ser um exemplo a ser seguido.

Karl Marx

Por fim, surgiu a discussão sobre o economista Karl Marx. Segundo este professor, um pensador, um sábio, o homem que vislumbrava a igualdade através de revoltas, que “defendia a idéia de que a classe trabalhadora deveria unir-se com o propósito de derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a característica abusiva deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises que se viam cada vez mais intensificadas pelas grandes diferenças sociais. Ele escreveu um livro, onde mostrava estudos sobre o acúmulo de capital, identificando que o excedente originado pelos trabalhadores acaba sempre nas mãos dos capitalistas, classe que fica cada vez mais rica as custas do empobrecimento do proletariado.”
[1]


Esperem um pouco: é certo que você, que cresceu pobre, que abdicou de uma série de fatores de desvio como ficar numa boa em casa, jogando bola, ou no buteco e etc, que foi estudar, que foi trabalhar, conquistou dinheiro, teve coragem, investiu, superou dificuldades e construiu fortuna, ou como Marx dizia gerou “acúmulo de capital”, seja obrigado a custear aquele que foi justamente na contramão?


Me dá a impressão de estar falando de algo muito recente, chamado bolsa família. Sejamos sinceros. Sabemos que existem famílias que estão na miséria e que realmente precisam de um benefício destes para colocar arroz e fubá em casa. Mas quem de nós não conhece alguma história sobre este benefício, onde a mãe que era faxineira por exemplo, deixou de trabalhar para ficar em casa assistindo vale a pena ver de novo, enquanto todo mês recebe o bolsa família?

Alguns de vocês talvez me crucifixem pela visão capitalista e aversão ao benéfico bolsa família. Mas vejam por exemplo, como o nosso presidente da república, tem DUAS VERSÕES sobre o benefício: http://migre.me/fJyD

Enfim, com tudo isso, cheguei à algumas conclusões particulares:

- Viva a democracia e as diferenças!
- Todo mundo é igual perante à Deus (uma pena que na prática não seja assim também).
- O diploma não diminui o tamanho da orelha de ninguém!
- Pensem bem em quem votar!
- Depois de feito, não adianta reclamar...

[1] Karl Marx. Sua pesquisa.com. Site: http://www.suapesquisa.com/biografias/marx/ acessado em 06/01/2020.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Campanha para darmos idéias aproveitáveis aos nossos políticos

No último mês, li tanta coisa na internet, vi tanta coisa na TV quanto aos nossos políticos que pensei: “-Os caras devem ter muito tempo de sobra pra inventar tantos meios de guardar dinheiro. É cueca, é meia e sabe Deus mais onde.”

Notei também que está faltando a eles idéias boas para trabalhar para os eleitores, para votar e elaborar leis que beneficiem os eleitores que colocaram eles lá, seja no congresso, seja no senado, ou nas prefeituras e câmaras municipais.

Idealista nato que sou ainda insisto que de alguma forma um dia eu vou conseguir “mudar o mundo”. É uma grande utopia isso, vou ser claro. Mas, penso que para que algo aconteça, temos que começar a fazer o mínimo possível, ou seja, a parte que nos compete.

Muitos preferem ir para os bancos das praças, e falarem que “-Isso só acontece no Brasil; - O Brasil não tem jeito; - O Brasil é país de terceiro mundo”, enfim, o famoso sentar em cima do rabo e gemer.

Como começar algo então? Hoje, “fuçando em meu Twitter” tive uma idéia que não sei se vai dar certo, mas se pelo menos os 115 seguidores que tenho (que é pouquíssimo se comparado aos principais perfis da página) divulgarem a idéia e começarem a importunar nossos políticos com ela, podem ter certeza, vai gerar algum resultado. Seria o efeito multiplicador da internet.

No que consiste a idéia?

Cada um de nós devemos pelo Twitter enviar nossas idéias mirabolantes aos nossos políticos, e cobrando deles resposta sobre. Olha só como não é difícil:

Podemos cobrar de nossos políticos, que NÃO EXISTA MAIS A IMUNIDADE PARLAMENTAR, e que TODOS SEJAM JULGADOS DE FORMA IGUAL PERANTE A LEI, AFINAL, SOMOS TODOS IGUAIS PERANTE A LEI, E QUEM NÃO DEVE NÃO TEME, certo?

Ou, vamos pensar na saúde: Por que a Sra. Dilma e o Sr. José de Alencar tratam de câncer apenas em hospitais de elite? Por que não são obrigados a utilizar o sistema único de saúde, o SUS? O próprio presidente Lula, que faz seus check-ups no Albert Einstein.

Viram como as idéias para projetos de lei surgem rapidamente à medida que começamos a transformar nossa indignação em propostas para que nossos governantes vejam que estamos de olho?

Se vai funcionar, não sei. Mas a minha parte estou fazendo. Faça a sua! Acesse a página do Estadão, e conheça o perfil de diversos políticos que estão “governando” nosso país!

Caso tenha uma idéia e queira enviar a algum político, mas esteja pensando duas vezes, envie ao meu e-mail: marcioranhel@gmail.com eu envio para você!

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Chegou a hora dos presentes!

Quando criança, temos sonhos, desejos e enfim, muitas vezes queremos aquilo que nos é impossível. No meu caso, infelizmente, meus pais não puderam me dar presentes caros, ou brinquedos da moda, grandes sonhos meus da época. Mas, graças a Deus, conseguiram criar a mim e a meu irmão, de forma que pudéssemos crescer e nos desenvolver como pessoas e profissionais que somos, alcançando assim a realização de sonhos que hoje conseguimos enxergar com muito mais importância do que um Atari, ou aquele bonequinho do Rambo, He Man, ou daquela bicicleta BMX ou Alluminum.



Aí é o grande ponto. Hoje, começo a colher os frutos disso que plantei durante meus 30 anos, caminhando para os 31. Nunca tive carro, ou qualquer outro bem que não tivesse sido adquirido com meu trabalho, ou melhor, que meus pais tivessem me dado, mas sim, tudo na base dos financiamentos e muita luta pra pagar. (O que aconteceu durante minha faculdade e pós graduação também)
Boa parte deles tive de vender para pagar a aventura que tentei fazer na base da emoção. Outros, tive de vender porque nem tudo é como a gente quer. Faltou planejamento, competência, e não sorte.
Neste ano, tive alguns desafios grandes, e tive de me desfazer novamente daquele que era até então o meu grande xodó, um Gol, geração III, quatro portas, 1.8 AP, ar condicionado, direção hidráulica, enfim, um belíssimo carro. Mas, fiz sem sofrimento, afinal, era preciso.
Foi quando surgiu a minha Titanzinha KS 150 cc. Desculpem-me a piadinha, mas apelidei-a de Modess: “toda vermelha, e serviria para tampar um buraco.”
Neste mês, depois de uma série de combinações felizes, e de muita coisa legal acontecendo na minha vida (entendam com a participação de pessoas do bem do meu lado), 2009 está se demonstrando um ano que me testou. Testou minha paciência, testou minha perseverança, testou minha fé e enfim, acho que passei no teste.
Ontem, dia 23/12/09, adiquiri aquilo que pra mim é uma das minhas melhores aquisições de todas as que eu tive até hoje, no que diz respeito aos meus bens pessoais, em especial, veículos: uma NX4 Falcon, prata e preta, ano 08, 8.500 km, pneus originais e enfim, um achado.


Daí, você me pergunta: “-Por que tamanha empolgação para falar de uma moto?”. É simples: "-Você já andou de moto? Desde quando? Já viajou de moto? Já caiu de moto? Já viveu uma moto?" Se sim, vai entender o por que. Se não, me desculpe, mas vai continuar sem entender.
Estou feliz porque estou de volta, e com uma bela moto, de média potencia e que é extremamente confortável. Uma moto que até hoje eu desejava ter e que agora consegui alcançar. Uma moto que eu via passar na rua e me imaginava tendo uma.
Enfim, como sabem (vejam o post anterior) não gosto de mensagens de final de ano, e nem vou mandar pra ninguém. Para mim, o final de ano é literalmente o encerramento de um ciclo contábil, onde eu começo a juntar todos os meus comprovantes de despesas e de vencimentos, para fazer meu IRPF.
Indiferente à isso, 2009 eu consegui. Profissionalmente falando eu cresci, faço parte de um dos maiores projetos que minha empresa já viveu conseguí buscar o equilíbrio e felicidade ao lado de uma pessoa, minha namorada, e por fim, conseguimos eu e ela realizarmos dois sonhos nossos no que diz respeito à bens.
Que nosso planejamento 2010 seja melhor ainda, e que os resultados possam continuar vindo através de nosso trabalho. Deus é bom, mas não dá nada de graça. E não esqueçam: sorte, é 50% oportunidade, 50% competência.
Em 2010, enxerguem oportunidades, porém, entrem nelas apenas se tiverem competência, senão, não vão ter sorte, e de nada vai ter adiantado um milhão de cartões e abraços que você recebeu ou mandou neste último dezembro!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Então, é natal?

Novamente, mais um fim de ano, e mais uma vez, as pessoas com cartõezinhos, e-mail’s cheio de anjinhos e frases bonitas nos desejando paz, felicidade, sucesso, saúde e etc.


A pergunta é: por que não fazem isso o ano inteiro?


Para entendermos melhor, o Natal ou Dia de Natal é uma data religiosa, comemorada pelos critãos, “comemorado anualmente em 25 de Dezembro, que comemora o nascimento de Jesus de Nazaré. A data de comemoração do Natal não é conhecida como o aniversário real de Jesus e pode ter sido inicialmente escolhida para corresponder com qualquer festival histórico Romano ou com o solstício de inverno. O Natal é o centro dos feriados de fim de ano e da temporada de férias, sendo, no Cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal que dura doze dias.


Embora tradicionalmente seja um feriado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não-cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares. Costumes populares modernos típicos do feriado incluem a troca de presentes e cartões, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ilex.” [1]


Sendo assim, ou todo mundo leva o cristianismo a linha, ou então, o comércio é que rege atualmente a data, em função do atendimento a um “costume popular”.


Não vou ser hipócrita em escrever aqui que nunca comprei um presente de natal, ou que não tenha gostado de receber algum.


Na realidade, o que mais me incomoda é a necessidade de existir um motivo especial para que os corações mudem, para que as pessoas fiquem mais generosas, para que façam vaquinhas e comprem cestas básicas, brinquedos para as crianças, ou que corram nos correios e peguem as cartas do papai Noel. Que bonito, não?


Por que você não faz isso o ano inteiro?


Existem inúmeras e quase que infinitas formas de se ajudar ao próximo, se ser gentil e etc. Penso que, ou você faz isso de sua rotina, ou simplesmente, não faça. Ou se fizer mesmo que seja uma única vez no ano, que seja feito de forma a ajudar alguém, e não no interesse de que alguém bata palmas para seu ato nobre e etc.


Não sou nenhum padre ou pastor, e acho ainda que estou, infelizmente muito distante de Deus. Mas em algumas de minhas leituras à bíblia, encontrei uma leitura que me chamou atenção e que acho muito válida para o momento e em especial para complementar este artigo:


“Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu. Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa. Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á” [2].


E o ano novo? Outra coisa que me enche o saco, é todo ano receber a poesia de Carlos Drummond de Andrade, receita de ano novo. Acho ela muito legal e válida, em especial a estrofe onde está escrito: “não precisa expedir nem receber mensagens (planta recebe mensagens? passa telegramas?).”


Ele deveria ter complementado: “Não precisa expedir nem receber mensagens como esta inclusive”.


Desta forma, colegas, desculpem-me o “azedume”, mas poupem seu tempo que gastariam me enviando cartões, e-mail’s e demais votos deste tipo, e se acharem interessante, comecem a gastá-lo fazendo destes gestos uma prática não para o ano novo ou apenas para o Natal, mas sim, para o resto de suas vidas.








[1] Natal, Wikipédia, a enciclopédia livre, http://pt.wikipedia.org/wiki/Natal acessado em 06/12/2009.


[2] Bíblia Sagrada, Livro de São Mateus, 6, 1:4.





segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Orfãos de ídolos

Nascido em 10/04/1979, tive o prazer de ainda ouvir e ir a alguns shows de bandas que eram verdadeiros ídolos, com letras inspiradas, música de qualidade e enfim, algo capaz de dar gosto de se comprar um vinil, ou ligar na rádio pedindo que o radialista tocasse determinada música “pra gravar”, ou seja, eles colocavam a música apenas após anunciar que atendendo o pedido de fulano de tal, após a vinheta, música tal pra gravar, e corríamos para o rádio com nossas fitas e gravávamos as músicas. Era legal.

Uma pena foi eu não ter ainda idade pra ir ao show da Legião Urbana aqui em Franca (SP) quando eles vieram. O jeito foi comprar a coleção deles original, já em CD e devorar todas as músicas, com o livrinho das letras nas mãos, conhecendo o lado não comercial da banda.

Mas, se por um lado não tive a oportunidade de conhecer a Legião, fui à shows do Ira!, Capital Inicial, Paralamas do Sucesso, Titãs, e posso dizer que foram ótimos.

Estes dias, em um raro momento onde eu tentava assistir a TV, comecei a ver “bandas” como o tal do NX Zero, e outras coisas com franjas na testa e unhas pretas. Só não consegui ver onde estava a música.

Os camaradas conversam enquanto uma guitarra e uma bateria fazem um som distorcido, e enfim, algo que para mim é totalmente sem a essência musical.

Não estou nem considerando no efeito comparativo bandas como U2, Phill Colins, Simply Red, Seal dentre outros que infelizmente por não ter domínio da língua inglesa, apenas ouço um baita som de qualidade, com música de verdade (ainda remôo de não ter ido ao último show do U2 aqui no Brasil... se Deus quiser, no próximo to lá).

Dia desses, entrei em um bate papo com uma molecadinha de 17 a uns 21 anos, onde eles falavam de música, bandas e etc. Quando lhes perguntei quais suas preferências musicais, e etc, para minha surpresa os nomes foram Paralamas do Sucesso, Titãs e Capital Inicial. O engraçado disso tudo, é que estes caras estavam começando a descer alguns degraus em seu sucesso quando eu tinha essa idade (17 à 21 anos).

É mulecada... com as bandinhas que estão por aí, vocês se tornaram órfãos de ídolos!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Nosso idealismo é capaz de mudar o mundo?

Sempre fui um cara que conhece muita gente. Desde meus tempos do antigo pré-primário, vira e mexe eu era líder de sala, membro do grêmio ou acabavam “elegendo-me” para pedir para a professora deixar a gente ir embora mais cedo, ou acabar matando a última aula. Isso se estendeu até o serviço militar, universidade e em meu dia a dia.

Como não poderia deixar de ser, sempre ouvi das pessoas mais próximas, perguntas como: “-Por que você não entra para a política...” e etc. Sou franco em confessar que por diversas vezes isso já passou pela minha cabeça.

Aos que me conhecem, sou um cara idealista, e tive a graça de Deus de ter um pai e uma mãe que me educassem a ponto de entender que honestidade nunca é demais. Encho meu peito de orgulho para falar isso sem demagogia, porque me cuido para me manter assim.

Minha opinião é forte, e muito difícil de dar um passo atrás quando tenho certeza de algo. Já falei muita asneira? Demais. Mas acho que na maioria delas, tive a hombridade de pedir desculpas, principalmente quando vejo que as palavras não foram meramente jogadas, mesmo que por brincadeira.

Por que então, não me tornar um político, e lutar contra tudo aquilo que vejo de errado nas ruas como o tiozinho que com seus setenta e poucos anos empurra um carrinho de picolé sob um sol de 35°, ou lutar por aquela família que não tem condições de pagar um plano de saúde e passa horas na fila do P.S. público clamando por socorro enquanto seu filho agoniza em uma maca velha – se houver maca...

No último sábado, estava em casa quando começou na rede Globo o programa Caldeirão do Huck. Assisti ao quadro lar doce lar, e confesso que me emocionei ao ver tamanha a simplicidade, humildade e fé em Deus de um que acabara de ganhar a reforma de sua casa, em alguma cidade em que o Luciano Huck dizia até não existir no mapa.

Nesse momento, me veio à tona a pergunta mais uma vez: “Por que eu não me torno um político e busco fazer algo para mudar isso?”

Mas ao mesmo tempo, pensei: “Sozinho, não se constrói nada neste sentido. De nada vai adiantar alguém que brigará pelas pessoas que precisam, ou contra a injustiça que muitos sofrem...”

No primeiro projeto “obscuro” que eu disser um não, terei comigo uma série de novos inimigos aos meus projetos por algo de interesse do povo, ao final, na maioria dos casos, principalmente os atuais, o que importa é quem da família entrará na divisão do bolo, ou quanto da verba vai dar pra entrar na caixinha.

Pode ser que um dia eu mude de idéia e tente de alguma forma colocar meu idealismo na política. Talvez. Mas, por enquanto, tento fazer minha parte por aqui no blog, escrevendo meus pensamentos, e quem sabe um dia um artigo destes caia na web pra valer, e consiga começar a mudar as pessoas, deixando de fazer com que elas votem em alguém porque vai lhe dar uma cesta básica hoje e depois nunca mais vai aparecer na sua favela.

Como dizia Bezerra da Silva da música Candidato Caô Caô:

“Ele subiu o morro sem gravata

Dizendo que gostava da raça

Foi lá na tendinha

Bebeu cachaça

E até bagulho fumou

Foi no meu barracão

E lá usou

Lata de goiabada como prato

Eu logo percebi

É mais um candidato

Às próximas eleições...

... Meu irmão se liga

No que eu vou lhe dizer

Hoje ele pede seu voto

Amanhã manda a polícia lhe bater...”

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

E o circo senado apresenta, mais uma palhaçada conosco, mesmo que sejamos NÓS os palhaços...

Se pensarmos que um político é eleito pelo nosso voto, parto do pressuposto que ele deve então respeitar nossa vontade, e agir em prol de nos defender.

Mas infelizmente, desde que sou menino, sempre via meu pai esbravejando em frente a TV, xingando, e falando mal de políticos. Não entendia muito bem por ter na minha lógica inocente de criança, o mesmo pensamento que comecei este artigo.

Hoje, no alto de meus 30 anos, entendo perfeitamente o que meu pai sempre quis dizer.

Nunca fui adepto à nenhum partido. Nunca fui PSDB, PSOL, PMDB e muito menos PT. Sempre fui daquele candidato que eu entendo ser um bom administrador, coisa que aliás nunca vi um no PT, uma cambada de bicho grilo que estuda Carl Marx em uma faculdade pública e sai se achando capaz de distribuir renda para todo mundo às custas de quem trabalha pra caramba como eu e muita gente que conheço. O problema é que eles se esquecem que eles também devem seguir este conceito, e que na divisão dessa renda, a parte delas deve ser aquela lícita, pelas vias corretas, não pelos caminhos que vimos nestes últimos 8 anos.

Recentemente, o PMDB aderiu a farra do boi, em especial na figura do Sarney, que para mim não merece ser chamado de Sr., muito menos de excelentíssimo. Costumo utilizar estes termos apenas com pessoas de bem e merecedoras de respeito.

Sarney que se gaba tanto de que é uma pessoa com uma história pública, blá, blá, blá..., se acha no direito de não ser investigado? Desculpe-me, pois isso é mais um motivo para ele não veja problema nisso, afinal quem não deve, não teme, não é isso?

Paulo Duque, o grande fanfarrão que não dá a mínima para a opinião pública, faz de tudo uma grande festa, gastando nosso tempo, fazendo com que alguém acreditasse que no mínimo houvesse uma pequena possibilidade da investigação contra Sarney fosse levada adiante. Mas, não foi.

Por fim, para aumentar minha decepção, ele, Aluízio Mercadante, um político que embora eu não tenha votado nele, sempre achei digno de minha atenção e respeito por sua postura, deixou com que o partido político, por seus interesses particulares definisse como resolver um problema que envolve os interesses dos contribuintes, dos cidadãos.

Uma atitude que merece certa consideração foi a da Marina, ex-ministra do meio ambiente, que teve pelo menos um pouco de vergonha na cara e após a conclusão e confirmação da farra do boi, deixou o PT.

Assim..., cidadãos e leitores deste blog: pensem muito em quem depositar a confiança de vocês nas próximas eleições. Não deixem que um cartão da bolsa vagabundagem ganhe um voto. Que seja PSOL, PV, PSTU, PSDB, enfim, meus votos até hoje foram bem pensados, a certeza que tenho de imediato, é que de forma alguma o PT receberá um voto meu.